Profesores e orientadores
Trabalho motivacional e apresentação de informações junto à família
- É importante transmitir informações sobre e a constatação e acompanhamento dos transtornos alimentares em seus filhos na escola através de uma relação de comunicação continua e fluida. É comum que famílias tenham uma certa dificuldade em aceitar e lidar com o problemas relacionados a conduta alimentar de seus filhos, principalmente devido a dificuldade em perceber a anorexia e bulimia como doença. Esteja preparado a receber uma possível rejeição a intervenção escolar.
- Não afirme qualquer diagnóstico clínico relacionado às mudanças e comportamentos observados no aluno(a), este tipo de questão não cabe à escola e sim aos especialistas em transtornos alimentares.
- Evite culpabilizar a família pelo problema observado, procure uma abordagem resolutiva e empática, buscando a ajuda efetiva do aluno e não caça aos culpados.
- Recomende a família buscar uma comunicação franca e específica com seu filho(a) sobre seus comportamentos, oriente-os a evitar exemplos sobre o passado distante ou metáforas difíceis de decifrar.
- Permita a troca de informações entre a família e a escola sobre a condição e comportamento do jovem, formando um vínculo cooperativo entre escola e família no sentido de dar suporte e ajuda ao jovem em sofrimento. Permita que a família se coloque trazendo suas opiniões e desta maneira não criando “verdades” em relação ao jovem e seu comportamento.
- Pode sugerir a observação do jovem durante um período curto para assim estar atento a possíveis sinais ainda não vistos pela família.
- Oriente a família na busca de literatura nacional sobre o tema.
- Reforce a importância do envolvimento da família no tratamento do jovem, além de sua participação ativa na busca de um profissional capaz de fechar um diagnóstico preciso e indicar o tratamento adequado.
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